Olá, olá! Estou há um tempo sem escrever alguma coisa aqui... E eu me impressiono!!! Em mais de um mês vários fatos chamaram a atenção. Como por exemplo "a cruzada para capturar o mouro mais procurado do mundo." O papa beatificado e o casamento do século! Como disse meu professor de filosofia - que leu um artigo de algum jornal que dizia algo semelhante como: "Estamos revivendo uma época -Bem vindo a Idade Média."
Além dessa regressão contextual, ainda convivemos com problemas que só o século XX e XXI podem explicar com uma maior coerência. O capitalismo e suas crises. Na verdade, desde a revolução industrial é que estes problemas podem ser compreendidos. O comércio e a ganância, o burguês e o proletário. Ah sim! Sociólogos agradecemos por nos simplificar - se é que isso é possível - o entendimento dessa sociedade gananciosa e desigual.
Inflação é o tema - o qual - a oposição avalia que poderá desfalcar o governo da nossa excelentíssima presidenta Dilma Rousseff. O Código Florestal e a luta da bancada ruralista na proteção máxima de seus latifúndios. Além do imperialismo norte americano em querer retirar a maquiagem mal feita nos países em revolução no Oriente Médio. E não podemos negar - faz parte da história do Egito - quem colocou o Hosni Mubarak no poder?
Agora escutamos - com um tom de certa autoridade - que a democracia deve ser instaurada na Síria. Assim como o líder incansável líbio - Muammar Gaddafi - deve baixar guarda e se retirar do poder - em tom ameaçador do presidente norte-americano.
A Doutrina Monroe ainda vigora em silêncio invisível aos olhos da América. Ou nós é que não queremos ver? Queremos atuar no cenário internacional. Esse que era longínquo e quase impossível para um país subdesenvolvido. Crescemos nos últimos 10 anos. Estamos em um grupo de países (BRICS) que são emergentes. Olha a China - segunda maior economia do mundo. Avalistas de várias partes do mundo apostam na nossa terra brasilis. Não queremos nos tornar como eles: imperialistas. Como sempre, o mundo não tem alguns donos... O mundo tem várias vozes inativas, medrosas e que ao se rebelar, podem ser reprimidas.
Além dessa regressão contextual, ainda convivemos com problemas que só o século XX e XXI podem explicar com uma maior coerência. O capitalismo e suas crises. Na verdade, desde a revolução industrial é que estes problemas podem ser compreendidos. O comércio e a ganância, o burguês e o proletário. Ah sim! Sociólogos agradecemos por nos simplificar - se é que isso é possível - o entendimento dessa sociedade gananciosa e desigual.
Inflação é o tema - o qual - a oposição avalia que poderá desfalcar o governo da nossa excelentíssima presidenta Dilma Rousseff. O Código Florestal e a luta da bancada ruralista na proteção máxima de seus latifúndios. Além do imperialismo norte americano em querer retirar a maquiagem mal feita nos países em revolução no Oriente Médio. E não podemos negar - faz parte da história do Egito - quem colocou o Hosni Mubarak no poder?
Agora escutamos - com um tom de certa autoridade - que a democracia deve ser instaurada na Síria. Assim como o líder incansável líbio - Muammar Gaddafi - deve baixar guarda e se retirar do poder - em tom ameaçador do presidente norte-americano.
A Doutrina Monroe ainda vigora em silêncio invisível aos olhos da América. Ou nós é que não queremos ver? Queremos atuar no cenário internacional. Esse que era longínquo e quase impossível para um país subdesenvolvido. Crescemos nos últimos 10 anos. Estamos em um grupo de países (BRICS) que são emergentes. Olha a China - segunda maior economia do mundo. Avalistas de várias partes do mundo apostam na nossa terra brasilis. Não queremos nos tornar como eles: imperialistas. Como sempre, o mundo não tem alguns donos... O mundo tem várias vozes inativas, medrosas e que ao se rebelar, podem ser reprimidas.
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